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ÉTICA nos RECURSOS HUMANOS |
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Ética na Gestão dos Recursos Humanos
Numa sessão de formação dirigida a Chefias intermédias de uma Empresa, coloquei aos Formandos uma situação, servindo-me de um exemplo que encontrei num pequeno manual de gestão (*)
«Imagine que um empregado que é chefiado por si, após alguma pressão sua, está candidato a um novo emprego. Você está aliviado porque vai deixar de chefiar alguém que estava abaixo dos limites aceitáveis. Acontece, para seu desespero, que este empregado lhe pede uma carta de recomendação, absolutamente decisiva para o novo emprego. Que faria? Não aceitava escrever a carta? Escreveria uma carta pouco abonatória? Escreveria uma carta elogiosa?»
Colocada esta questão os meus Formandos (Chefias) foram-se dividindo: uns estavam dispostos a «mentir» para obterem um resultado favorável – a saída de um trabalhador indesejável; outros tentavam «lavar as mãos»; outros, ainda, hesitantes na decisão.
De facto, no dia a dia da actividade profissional, há, por vezes, necessidade de efectuar escolhas éticas, que respeitando valores e princípios, acabam por tornar a gestão de Recursos Humanos mais difícil e trabalhosa e impedem a adopção de caminhos da facilidade.
No mundo do trabalho, há limites éticos que não podem ser ultrapassados. E essa exigência deve ser especialmente assumida por quem tem responsabilidade de gestão mas também por todos os trabalhadores.
Muitas empresas já possuem os seus Códigos de Ética. É um facto positivo. Porém, não basta existir um Código de Ética numa Empresa. É necessário que as decisões e os comportamentos das chefias e dos restantes trabalhadores se baseiem nos princípios e valores consubstanciados nesse normativo.
É salutar que ao tomar uma decisão que cada um reflicta previamente e procure responder a questões como as que são referidas abaixo.
Porque vou fazer o que estou prestes a fazer? Quais as minhas verdadeiras intenções? Existem motivos ocultos? Estou a proteger interesses particulares e ilegítimos? A minha decisão vai prejudicar alguém? O meu Superior ou a minha família apoiariam esta decisão? Estou a ser justo ou simplesmente astuto?
Como reconhecia, O Papa Bento XVI na sua recente carta encíclica «Caritas en veritate», hoje fala-se muito de ética no campo económico, financeiro e empresarial. Este tema também é um tema recorrente em Portugal. E é positivo que tal aconteça. Porém, mais importante que falar de ética, como refere o Santo Padre, é: «a necessidade de trabalhar não só para que nasçam sectores ou segmentos «éticos» da economia ou das finanças, mas também que toda a economia e as finanças sejam éticas».
Para esta finalidade, não é suficiente haver normas éticas, nem mesmo códigos de ética, também é necessário que Leis e Regulamentos contemplem e consagrem todas as regras que mereçam o apoio da maioria. É necessário defender o bem comum, proteger os cumpridores e penalizar os mal intencionados. De louvar todos aqueles que impõem a eles próprios níveis éticos mais exigentes e, nos seus meios empresariais, fazem avançar os códigos de conduta correspondentes. A nossa sociedade regredirá se nos andarmos a enganar uns aos outros. Pelo contrário tornar-se-á mais justa e solidária se como exorta Bento XVI, no texto já atrás referido, praticarmos «relações autenticamente humanas de amizade e camaradagem de solidariedade e reciprocidade, mesmo no âmbito da actividade económica e não apenas fora dela ou depois dela»
Cada um de nós tem responsabilidade nesta matéria, qualquer que seja o nosso posicionamento actual. E sempre poderemos fazer algo.
António Soares
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*Manual de Gestão – Gerir Pessoas – Phillip e Johana Hunsaker |
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O Carisma
de
MANUEL SERRA
No dia 28 de Janeiro último, telefonei ao Serra para solicitar, em nome do Fórum Abel Varzim, uma entrevista. Estranhamente atendeu-me uma enfermeira e ouço gemidos de dor. Disse a ela que telefonaria mais tarde. No dia 31 de Janeiro, recebo o telefonema da Marinela, sua mulher, a dar a notícia do falecimento deste amigo determinado.
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O seu espírito de militância, a sua determinação, e o seu carisma jamais fracassaram no decurso dos 78 anos de vida.
Militante empenhado nos anos 50/60 nos quadros da JOC - Juventude Operária Católica, tendo sido dirigente diocesano em Lisboa, era determinado nos planos e na organização. Após ter completado o curso industrial ingressa na Carreira de Oficial de Máquinas da Marinha Mercante.
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Os três documentos fundamentais em 1958
Semanas antes das eleições presidenciais que envolviam Humberto Delgado e Américo Tomás - as últimas presidenciais por voto directo - é lançada uma carta dirigida ao director do diário NOVIDADES que foi subscrita por 28 dirigentes e ex-dirigentes da Acção Católica Portuguesa protestando contra a falta de independência do jornal face ao poder político e pedindo à Igreja que contribuísse para uma apreciação e análise abertas à vida social e política. Ora, de entre os subscritores estava também o Manuel Serra. Seja-me permitido relembrar - de entre os vivos - outros que apuseram o seu nome: Artur Vasco Garcia, Carlos Portas; João Gomes, João Salgueiro, Manuel Chaparro, Manuela Silva, Mário Murteira. Manuel Serra apoia, sem qualquer reserva, o General Humberto Delgado, na campanha eleitoral.
Após as eleições surge o "Pró-Memória" de D. António Ferreira Gomes, dirigido a Salazar, em ordem a uma reunião entre ambos, e ainda uma posição individual e histórica subscrita pelo Eng. º Francisco Lino Neto.
Estes três documentos de 1958, atrás referidos foram o embrião de confrontos permanentes na esfera do "mundo" católico e militante de Portugal, face ao velho Estado Novo.
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Em 1959 são também três os acontecimentos em que Manuel Serra participa, e que reforçam e ampliam a intervenção da militância católica por toda a década de 60:
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Em Fevereiro, o documento sobre "As relações entre a Igreja e o Estado e a liberdade dos Católicos", subscrito por 43 católicos;
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Em Março uma "Carta a Salazar sobre os serviços de repressão do Regime", que ficou conhecida como "carta dos 45";
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Em 12 de Março de 1959 tem lugar, de madrugada, o falhado "Golpe da Sé" tendo sido presos diversos civis e militares que foram mais tarde julgados no tribunal de Santa Clara. O Manuel Serra, que fora o principal operacional civil, ficou preso, esteve hospitalizado no Curry Cabral e, apesar da vigilância apertada, conseguiu fugir do hospital e pedir asilo político na Embaixada de Cuba. Alguns meses depois, utilizando outro estratagema - corta a barba e o cabelo - foge de novo, agora para a Embaixada do Brasil. Com acordo entre o Embaixador e as autoridades portuguesas é autorizada a ida para o Brasil, juntando-se ao General Humberto Delgado. Foi julgado à revelia e condenado a 18 meses.
Em Janeiro de 1962 dá-se o assalto ao Quartel de Beja, que fora preparado por diversos militares e também por Manuel Serra, tendo também fracassado depois de se verificar uma morte e sendo ferido o capitão Varela Gomes. Serra é preso, exercendo a Pide uma enorme violência nos interrogatórios, é julgado em Junho de 1964 e condenado a 10 anos de prisão com quinze anos de suspensão dos seus direitos políticos. É libertado em Janeiro de 1972.
Visitei-o quando esteve durante meses no Hospital-Prisão de Caxias onde me solicitou a presença de um médico para um colega de cárcere, o que foi conseguido através do Prof. Pinto Correia.
É evidente que após o 25 de Abril, Manuel Serra não poderia cruzar os braços: o seu espírito carismático, militante e organizativo não podia ser olvidado.
Adere em 1 de Maio de 1974 a uma associação que agregou antigos sindicalistas e militantes do movimento operário cristão (FDT - Frente Democrática de Trabalhadores) e cria o MSP - Movimento Socialista Popular que integra, com alguma autonomia, no Partido Socialista. É nestas condições que em Novembro de 1974 se realiza o 2. º Congresso do PS (o 1. º em liberdade) e à sua liderança concorrem os dois candidatos "naturais": Mário Soares e Manuel Serra.
Simplesmente a intervenção do orador incumbido de enaltecer os méritos do primeiro, redundou num ataque despudorado, reaccionário, baixo, inaudito e sectário a Manuel Serra.
O que não admira, eu também já havia sido declarado "traidor", através da Rádio Argel por volta de 1972/73. Penso que, por ter sido um dos fundadores da SEDES em 1970. O resultado daquela eleição foi de 54% para Mário Soares e 46% para Manuel Serra.
O erro estratégico de Manuel Serra foi acreditar que, abandonando o PS e criando a FSP - Frente Socialista Popular, em Janeiro de 1975, todos o acompanhariam na nova formação partidária. Nem sempre as divisões e os cortes operam bons resultados.
A última vez que estive com o Manuel Serra, foi no acto comemorativo dos 50 anos da "CARTA dos 45" a Salazar, e simultaneamente de homenagem aos subscritores que haviam falecido, nomeadamente o João Perestrello que falecera em Março de 2009 e fora um dos intervenientes do "Golpe da Sé", em 1959. Neste encontro o Serra usou da palavra historiando pedaços de vida dizendo que "nos tempos modernos nenhuma ditadura tinha acabado sem ter sido por revolta violenta".
Até sempre caro amigo!
Manuel Bidarra
Fórum Abel Varzim
e.mail:
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OS TRABALHADORES e a PRODUÇÃO da RIQUEZA |
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OS TRABALHADORES e a PRODUÇÃO DA RIQUEZA

O Movimento de Trabalhadores Cristãos LOC / MTC
realizou, em Guimarães, um Seminário Europeu a que deu o título
"Pobre Apesar do Trabalho"
Projecto n º: 03-12-09-SE
Dada a importância do tema, os intervenientes e a análise realizada, deixamos aqui como
Conclusões finais
Na sociedade tenta-se passar a imagem de que os trabalhadores são os principais responsáveis do não progresso das empresas, quando na verdade são aqueles que criam riqueza, mas, com aquele argumento, os detentores do poder económico encontram uma forte justificação para não reconhecer os direitos dos trabalhadores, - esta uma das conclusões apontadas no Seminário Europeu promovido pela LOC / MTC em Guimarães, entre os dias 28 e 31 de Janeiro de 2.010, teve representantes de Movimentos congéneres de Espanha (HOAC), França (ACO), Alemanha (KAB) e República Checa (KAP), da Pastoral Operária e da Base-FUT. O EZA esteve representado pela Secretária Geral Roswitha Gottbehüt.
O presidente da Câmara de Guimarães, presente na Sessão de abertura, expôs aos presentes um retrato económico e social muito elucidativo desta região. Palavras de alguém consciente da realidade mas também comprometido na procura de soluções. Este Seminário contou com algum apoio logístico desta Câmara.
Realizado sob uma temática: "Pobre apesar do Trabalho", os participantes concluíram que ter um emprego já não é garantia de ausência de pobreza, dados os salários irrisórios e precários de muitos trabalhadores em contraste com os ordenados e prémios chorudos e vergonhosos de directores gerais e administradores de grandes empresas.
A fronteira entre a precariedade laboral e a exclusão social tornou-se muito ténue, parecendo, em muitos casos a mesma coisa, quando não é ainda mais exclusão do que precariedade. Existem países europeus onde os trabalhadores têm salários tão baixos que necessitam ainda de um subsídio suplementar do Estado para poderem sobreviver.
O tema "trabalho" tem determinado, em grande medida, o actual debate político e social na Europa. Os participantes neste Seminário reafirmam que "o trabalho não pode ser visto como um privilégio mas como um direito" e concretizam:
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Continuar...
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O MUNDO É ...
AMANHÃ
No passado dia 31 de Janeiro, Manuel Serra, católico, opositor ao Estado Novo e lutador pela liberdade, faleceu.
Nascido em 1931, é na Juventude Operária Católica, aos 17 anos, que Manuel Serra toma consciência da pobreza, repressão e injustiças que o rodeiam.
Fiel ao Ideal que assumiu, sendo já oficial da marinha mercante, integra-se na corrente mais extremista da campanha de Humberto Delgado para a presidência da República, em 1958, onde defende o recurso à luta armada para o derrube do regime.
Na noite de 11 para 12 de Março, chefia os civis no falhado Golpe da Sé, sendo detido e levado para o Aljube onde permanece seis meses, depois de cinco dias de tortura de sono.
Numa primeira fuga espectacular, sai pelo seu pé do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde se encontrava internado: vestido de padre, com roupas cedidas pelo Pe. Pio que um amigo lhe levou, e segue directamente para a embaixada de Cuba em Lisboa, onde pede asilo.
Apesar de vigiado em permanência por quatro agentes da PIDE, chefiados por Rosa Casaco, estuda um novo plano de fuga, muda de visual muito rapidamente, cortando o cabelo e a barba, e aproveita uma mudança de turno para, uma vez mais, sair em pleno dia para a embaixada do Brasil, já que o seu objectivo era precisamente juntar-se a Humberto Delgado naquele país.
Parte em Janeiro de 1960 e começam então os preparativos para o que viria a culminar no golpe de Beja, em 1 de Janeiro de 1962. Depois dos factos que são do conhecimento público, Manuel Serra tenta esconder-se no sul do país, mas acaba por ser detido em Tavira. Segue-se então um mês de grande violência, com tortura de sono e espancamentos, um julgamento com condenação a dez anos de prisão e longas estadias em Peniche e em Caxias. Liberto no início de 1972, é ainda detido por um curto período em Novembro de 1973.
Tudo somado, são quase doze anos passados em prisões da PIDE.
A seguir ao 25 de Abril, é um dos fundadores do MSP (Movimento Socialista Popular) que mais tarde se integra no Partido Socialista como grupo autónomo, mas divergências internas precipitam a sua saída, em Janeiro de 1975, para a criação da FSP (Frente Socialista Popular). No quadro deste pequeno partido, participa nas campanhas de Otelo Saraiva de Carvalho para a presidência da República. Em 1980, foi um dos fundadores da FUP (Força de Unidade Popular).
Manuel Serra esteve presente, no passado dia 3 de Abril de 2009, na “Sessão Comemorativa da difusão das cartas subscritas por católicos opositores ao Estado Novo de Fevereiro e Março de 1959”, promovida pelo Forum Abel Varzim e pelo Centro Nacional de Cultura, tendo aí dado o seu testemunho e feito memória da sua experiência pessoal enquanto lutador anti-fascista.
(Texto baseado em
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.com/2010/02/manuel-serra-1931-2010.html
da autoria de Joana Lopes, cuja fonte foi: Rui Daniel Galiza e João Pina, Por teu livre pensamento. Histórias de 25 ex-presos políticos portugueses, Assírio & Alvim, 2007) |
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O VOLUNTARIADO COMO PROMOTOR DE SAÚDE |
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O Forum Abel Varzim, tem o gosto de se associar a esta iniciativa da
Associação Voluntariado e Acção Social do Entroncamento
5.º Seminário “Voluntariado em Saúde”
O Banco Local de Voluntariado do Entroncamento realiza a 9 de Abril de 2010 no Entroncamento, o 5.º Seminário “Voluntariado em Saúde”, desta vez dedicado ao tema “O Voluntariado como promotor de Saúde”, que pretende ser mais uma oportunidade de sensibilização, reflexão e formação para voluntários da Saúde e Sociais, bem como para Dirigentes, Técnicos e Gestores de Organizações de Voluntariado ou que promovam Projectos de Voluntariado. É também aberto a outros cidadãos sensíveis e interessados pelas questões do voluntariado. Acha-se que é pertinente reflectir sobre o tema proposto, porque no entendimento da Organização Promotora, e faz parte da Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes, publicada pela Direcção-geral de Saúde, a Saúde não é apenas um Direito constitucionalmente estabelecido mas também um dever de todos – Poder Político, Organizações e Cidadãos.
Os interessados devem contactar:
BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DO ENTRONCAMENTO - Rua 5 de Outubro, 96 A - Entroncamento, de 2.ª a 6.ª das 11 às 13 e das 15 às 17 Horas. Telefone - 249 728 338 Fax - 249 240 903 Telemóvel - 933 150 002
As inscrições encontram-se abertas até 12 de Março de 2010, e custam 15 euros (que inclui uma refeição ligeira e visita ao Museu Nacional Ferroviário). As inscrições e os pagamentos devem ser feitos presencialmente. Se tiverem que ser feitas à distância (por CTT, por FAX ou por E-mail) deve ser indicado o nome, o endereço postal, N.º de Telefone, N.º de Telemóvel e e-mail…… Os pagamentos devem seguir por Vale Postal ou Cheque passado em nome de Associação Voluntariado e Acção Social do Entroncamento, para o Apartado 33 - 2334-909 Entroncamento. Em caso de conveniência o pagamento pode ser feito por transferência bancária. Cede-se o NIB. As inscrições só serão validadas se o pagamento for efectuado.
Endereço electrónico:
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A SAÚDE COMO FACTOR de DESENVOLVIMENTO do PAÍS
A saúde em Portugal, na óptica do desenvolvimento

Em 24 de Outubro, teve lugar no Auditório «Agostinho da Silva», gentilmente cedido pela Universidade Lusófona, Lisboa, um Colóquio sobre a saúde em Portugal, na óptica do desenvolvimento, em que foram oradores:
- Prof. Dr. Rui Nunes, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto
- Dr. António Cardoso Ferreira, médico de saúde pública
- Mons. Vítor Feytor Pinto, professor de Bioética e Coordenador da Pastoral da Saúde, da Igreja Católica
- Dr.ª Paula Martinho da Silva, presidente cessante do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida
O Colóquio teve o patrocínio de:
Universidade Lusófona
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Hotel Radisson Sas - Lisboa |
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